My dream
is to fly
over the rainbow
so high
My dream
is to fly
over the rainbow
so high
My dream is to fly
over the rainbow so high
My dream is to fly
over the rainbow so high
over the rainbow so high
My dream
is to fly
over the rainbow
so high
My dream
is to fly
over the rainbow
so high
My dream is to fly
over the rainbow so high
My dream is to fly
over the rainbow so high
Rise up
don’t falling down again
Rise up
long time I broke that chains
I try to fly
away
so high
direction sky
I try to fly
away
so high
direction sky
My dream
is to fly
over the rainbow
so high
My dream
is to fly
over the rainbow
so high
My dream is to fly
over the rainbow so high
My dream is to fly
over the rainbow so high
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Nos anos anteriores minha mãe sempre dava dicas ou então já falava o que iria querer de presente.
Mas este ano ela ficou fazendo mistério e falando que não queria nada.
Irmã veio da ecoterradistante e descobriu uma lista:
- Secador, a mãe quer um secador.
- Um secador?
- É, precisa ser o que está lá na lista.
- Manhê, fala logo o que você quer!!
- Não quero nada não.
- Ahh manhê, ela achou sua lista, qual secador você quer???
- =[ (Cara de te mato sua fofoqueira)
- Ah o secador? É para você.
- =] ó vou ganhar um secador ^^
- To falando, faz tempo que to tentando descobrir alguma coisa pra ela… Se ela não falou é porque não quer, você sabe que ela fala quando quer…
- Cara de muito brava da irmã que quem conhece sabe qual é…
Eis que pela manhã ela resolve:
- Quero que seja um dia de escravidão. Não para mim, para você.
Liberdade para mim e escravidão para você.
No seu aniversário você vai ter direito. Se bem que todo dia é assim, a gente só vive atrás de você…
- É isso, quero um dia de escravidão SUA hauhauhauhauhauha (risada malvada).
- =/ (harrrrr, deve ter alguma coisa naquela lista…)
Continua…
Publicado em Causos, familia | Tagged abolição da escravatura, dia das mae, dia de escravidão, presente do dia das mães | Deixar um comentário »
Pensei que teria mais tempo livre quando passasse o mardito TCC.
Ledo engano.
Quanto mais tempo “livre”, menos tempo livre.
Silogismo meia boca =/.
Para salvar:
Silogismo Seis
Existem biscoitos feitos de água e sal.
O mar é feito de água e sal.
Conclusão: o mar é um biscoitão.
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Bom, já teve post pra irmãzinha (tá bom que fui acusada de ter sido a distância, mas nem foi tá, pode conferir que eu me auto citei (usei umas frase que já havia escrito pra ela e mostrado humpf), pro papai… E a mamãe??
Prá mamãe é mais difícil. Porque eu queria escrever uma coisa super ultra mega legal e a altura dela.
But, não irei conseguir…
Então vai do meu jeito mesmo…
Minha mãe é mãe por minha causa, veja bem, sou a primeira filha dela, ou seja, a cobaia rss (ela não gosta que eu fale isso).
E ela foi minha mãe tão jovem, que por vezes já questionei se ela realmente aguentava cuidar de mim, porque com a minha idade ela já tinha duas filhas e de jeito nenhum levanto da minha cama de madrugada por outra pessoa.
Mas é claro que ela aguentou né, olha só, duas moçonas.
Quando alguém fala que gostaria de ter uma filha como eu (e olha que isso é bem comum, afinal sou uma mocinha garbosa
) minha mãe diz: - Pois é, precisaria ter uma mãe como eu…
E é a mais pura verdade.
Se não fosse por minha mãe direcionando e educando, misericórdia, eu seria beeem pior…
Se acham que tenho um pocinho de maldade, seria um oceano…
Sabe o texto do Stephen Kanitz que eu amo? Sobre a ética antes das ambições? Minha mãe ensinou isto desde que eu estava na barriga dela.
Ela sabe quando estou com crise de bronquite só de ver meu olhinho caído…
Quando chego desolada em casa, ela sempre me anima.
Ela me lembra quem eu sou.
Ela sempre faz observações interessantes, é extremamente engraçada, com um humor inteligente, sarcástico e ácido.
Quase nunca ganho dela nas argumentações (ela vai insistir que sempre perco, mas bemm de vez em quando, ganho simmm).
Se minha irmã é organizada, eficiente e rápida, minha mãe é 300x mais.
E sabe uma coisa que reparei esses dias? O bumbum dela é durinho, empinadinho e ela não tem celulite.
(Ela vai brigar que escrevi isto, mas o blog é meu lalallalala).
Por tudo isso e por muuitas outras coisas (algumas até já falei por aqui) que a melhor mãe do mundo é a minha!
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Mais um da série hiperlinks:
Tocando Offspring – Give to me baby no BBB -> Folder das aulas de idiomas -> Aula de Inglês -> The Road Not Taken, by Robert Frost -> procurei procurei e só achei quando não procurava mais…
No carnaval li uns trechos de um livrinho com um monte de curiosidades muuito legais sobre a Grécia.
Os gregos não entravam nas Olimpíadas para perder não. Mas se perdessem, não se matavam como os Samurais (escrever depois sobre o Último Samurai). (Embora segundo minha prima, eles só se matam se forem descobertos, derrotados anônimos permanecem vivos).
Continuando o hiperlink (não no sentido original, escrever sobre o sentido original de hiperlink), ganhar muitas vezes (quase sempre) exige arriscar (riscos calculadíssimos, of course). Diversas vezes escolher o caminho menos trilhado. Não o caminho menos trilhado por todas as pessoas em geral. O menos trilhado por você mesmo. E no caminho menos trilhado, pode haver mais problemas (incluindo os problemas não-problemas, principalmente eles). Ou menos problemas, porém desconhecidos. E “para quem tem martelo, todo problema é prego” ;], so , LET’S GO CLASS,
Make a choice, MARTELAR OS PREGOS! Isso aí, se joga, CAI DENTRO!

The Road Not Taken, by Robert Frost
Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that, the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I marked the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
Two roads diverged in a wood, and I —
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.
Porque esta era a música em español do folderzinho.
Sólo tú doblas mi razón
…Que eres mi desliz
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Ó ! Uma história real, minha tia que contou.
Há mmuuito tempo atrás, 2 senhoras estavam voltando do trabalho num hospital perto do cemitério do Caju.
Seguiam felizes com suas roupitchas brancas e suas bolsinhas.
Elas eram assim bem religiosas, porém vaidosas, com seus colarzinhos e pulseirinhas.
Na frente do cemitério, uns trombadinhas as abordam:
- Passa tudo, passa tudo!
Uma das senhoras, mais valente:
- Não vai levar nada meu não!
A outra senhora, mais sensata:
- Entrega prá eles irmã, nós não precisamos de nada disso, nós não somos deste mundo mesmo…
E cadê os trombadinhas?
Até hoje ninguém nunca mais viu… Devem ter corrido prá outro planeta…
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Essa foto aí é da exposição de Picasso na Oca. Eu sei, era proibido tirar foto, mas a minha amiga desconhece PROIBIDO TIRAR FOTO. Mas o que essa foto tem a ver com o post? Jajá vai dar prá entender.
O Incompletudes (é, eu não saio desse blog heheh,é que ainda não li inteiro), mudou a imagem do cabeçalho. E Modigliani me trouxe várias lembranças… (E pouco tempo depois publicou um post sobre Picasso).
Eu, em toda minha modéstia, comparei meus rabiscos aos dele. Repare como meus traços também são alongados…(É , meus desenhos foram censurados, mas imagine um desenho semi nu alongado, melhor, imagine um desenho de Modigliani feito com carvão e sem pintura.).
Então, tem umas 4 ou 5 obras dele no MASP.
E lembrei quando fiquei louca para ir ao MASP ver Picasso. Era o último dia da exposição Guernica-Anos de Guerra e o dia do meu aniversário.
Mas o problema é que eu estava louca para ver uma exposição de PI CAS SO!
No início daquele ano, chegou uma amiga de uma amiga na classe e se juntou a turma, e ela adorava Picasso.
E eu adorva implicar com ela.
Se todas mocinhas tinham seus affairs, ela não se deixava abater pelas “melosidades” próprias da idade.
E eu implicava que ela como feminista não deveria idolatrar um mané mal educado, mulherengo e que nem sabia desenhar uma paisagem, pois seria contra seus princípios.É verdade que eu implicava por diversão, mas relamente não via nada demais em Picasso. Pode-se dizer que não sabia apreciar a arte dele, embora tenha lido uma matéria na contra-capa do caderno de domingo da folha que esclarecia um pouco o motivo do cubismo (entre 1997 e 2000 – olha só, lembraças quase em formato ABNT). Se me lembro bem, dizia que Picasso era exímio ilustrador, porém se rendeu ao cubismo pelo dinheiro.(O texto não estava escrito assim, mas resumindo era isso, ah e falava também que ele pagava seus cafezinhos com rabiscos nos guardanapos, e que um dia um rapaz falou pra ele: só isso de rabisco? e ele: eu estou pagando o café, não comprando seu estabelecimento (viu como ele era grosso)??)
Ela ficava furiosa. E sempre usava Les Demoiselles d’Avignon como seu argumento supremo:
- Parece que você está dentro da cena! É impressionante!
- Impressionante? Monet é impressionista. Viu, olha você se entregando.
- Arrrrgh!
- Viu, você que disse, impressionistas são melhores.
(Note a profundidade da discussão).
Mas como fizeram um alarde danado com Anos de Guerra, queria por que queria ir. Mas nem fui…
E o tempo foi passando, nem percebi, mas de repente eu gostava de Picasso…
Na última exposição de Picasso em São Paulo na Oca, fiquei 4 horas na fila em pleno Carnaval, deixei de ir a praia (lembrei disso procurando uma coisa e achando um bilhetinho).
Me encantei com as obras ao lado das fotografias e como ele retratava, mesmo através do cubismo a pessoa da foto ao lado.
E havia os esboços de anos de guerra, que havia sido a exposição anterior e uma das obras ilustrava Por quem os sinos dobram que eu havia lido a pouco tempo no colégio.
Pouco tempo depois que mudei de colégio, minha amiga “Picasséte” começou a namorar o irmão do meu melhor amigo de infância, (que foi quem me levou a Sala São Paulo pela primeira vez).
Pois é, people change.
Eu comecei a apreciar Picasso e ela foi a primeira de todas da sala a namorar.
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Em muitas civilizações e sociedades há vários ritos que marcam a passagem de uma fase da vida para outra.
Atualmente muitos indivíduos possuem seus próprios demarcadores para os ritos pessoais.
E um deles é a lágrima.
Garotas grandes não choram.
E quando a última lágrima derramada por motivos nunca antes chorados já foi derramada, é a gota d´água, já eras, vai ter que crescer:
It’s time to be a big girl now
And big girls don’t cry
Don’t cry
Don’t cry
Don’t cry .
Porém há motivos aceitáveis para as gotas teimosas.
Após um dia de cão em que a opção era almoçar no Fran’s Café ou não almoçar (e teria sido melhor não almoçar).
Perder o fretado para voltar num dia de chuva, com congestionamento, ônibus lotado e a cobradora ainda não quer devolver o troco de R$ 20,00 sendo que a passagem custa R$ 2,40, aí está liberado.
Pode sentar e chorar. Ah é, o ônibus está lotado, não há como sentar, então chora aí mesmo, em pé, amassada, espremida mais que uma sardinha.
Chorar é uma necessidade fisiológica, portanto não deveria ser reprimida, porém tratada adequadamente como todas as outras.
E assim como todas as outras manifestações fisiológicas, há situações nas quais não é adequado chorar.
No trabalho não pega bem.
Teve até um episódio de Sexy and the City que a Samantha não podia chorar.
E assim por diante em N situações.
Na frente de estranhos pode.
Na frente de conhecidos não.
Na frente de amigos top envolvimento emocional pode.
Na frente de pessoas dos círculos intermediários não.
No ônibus cheio pode.
Na frente de pessoas de posição única no quadrante e nos círculos não.
No travesseiro pode.
Na frente dos motivos das lágrimas não.
Vide a proposição:
Se Y a faz X chorar, Y não merece as lágrimas de X.
Sentar e chorar na calçada pode.
Às vistas do chefe não.
Garotas grandes não choram na frente das pessoas erradas.
É isto, ser grande é saber (e só e somente só chorar) onde, como, quando e quem (na frente de quem é permitido) poderá ver suas lágrimas.
You’ll never change what’s been and gone
…be on your way
And stop crying your heart out
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Em algum momento importância do Natal foi diminuindo (mas aos poucos ele está recuperando o prestígio).
Porém, mesmo neste período, sempre espero esta época para colocar minha piada preferida em tudo quanto é lugar(eu sei que ela é sem graça).
Existe todo um ritual de enrolação e uma peculiaridade. Quando for contar pessoalmente, precisa usar o nome da pessoa. Mas é usar o nome da pessoa no diminutivo, como se ela fosse uma criancinha ti mãmã. De preferência no diminutivo do diminutivo, com várias redundâncias e repetições diminutivas.
Por exemplo, se a pessoa chama Angel (Maria interneticamente falando), você fala Little Angel. Ok, já enrolei muito e não coloquei a piada ainda. Já avisei que é sem graça né. Mas eu sempre dou risada. Dou risada só de lembrar. Estou rindo desde que comecei a escrever aqui. Tá bomm, parei de enrolar, vou colocar:
É assim:
A little Angelzinha pergunta para o Papai Noel:
Papai Noel, você rói a unha?
E o Papai Noel responde:
HOUHOUHOUHOUHOUHOUHOUHOUHOUHOUHOUHOU!!!
Boa né?
Assim, se seu filho precisar levar uma piada para escola e você ficar numa situação delicada porque só sabe piadas sujas e pesadas, pode usar esta.
Trilha Sonora da Época
Publicado em Lembranças, Natal, Piada | Tagged Natal, Papai Noel, piada limpa e leve, piada sem graça, roer a unha | Deixar um comentário »
